
O ClickSomo, em seis imagens
É aqui que a tua campanha chega. Prova que a mereces.
A catorze centímetros do rosto de alguém, a uma hora que não escolheste, entre uma mensagem da irmã e outra do banco. Tudo neste produto é construído em torno de isso ser um privilégio e não um canal.

Quatro canais. Um deles ainda chega pelo correio.
E-mail, SMS, push — e uma carta impressa, para o cliente cuja caixa de entrada todos os outros já desistiram de alcançar. O mesmo funil, as mesmas regras, o mesmo relatório no fim.

Uma lista não é uma audiência.
Seis mil endereços são seis mil pessoas que cada uma decide, em cerca de um segundo, se isto era para elas. Catorze gatilhos e dezasseis ações existem para que a resposta seja normalmente sim.

A mensagem de que temos mais orgulho é a que nunca é enviada.
Ela reservou a mesa na quinta-feira. O lembrete de sexta-feira a pedir-lhe que reserve uma mesa é cancelado, automaticamente, antes de embaraçar alguém. De todas as dezasseis ações, a mais valiosa não faz nada de todo.

Ninguém compra por causa de uma newsletter. Compram depois de uma.
É por isso que o funil continua a observar depois do envio — cliques, deslocamentos, respostas, a segunda compra — e por isso que o ClickSomo fica ao lado do site, dos pagamentos e das reservas, em vez de te entregar um CSV e desejar-te sorte.

Define as regras uma vez. Depois vai jantar.
A sequência corre nos seus próprios dias durante meses, no canal que serve cada mensagem — e para, em silêncio, para quem já fez aquilo para que estavas a empurrá-lo.